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Publicado: Sábado, 22 de junho de 2019

A cruz existe

REFLEXÃO DOMINICAL – 23.6.2019

12º. Do Tempo Comum – Ano C, de Lucas

Evangelho (Lucas, 9, 18-24)

.......................................................................

 

“”    Certo dia, Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes:

“Quem diz o povo que eu sou?”

Eles responderam:

“Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias, mas outros acham que és algum dos antigos profetas que ressuscitou”.

Mas Jesus perguntou:

“E vós, quem dizeis que eu sou?”

Pedro respondeu:

“Cristo de Deus”.

Mas Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém.

E acrescentou:

“O Filho do homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.

Depois Jesus disse a todos:

“Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me.

Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará”.    “”

.........................................................................

 

Jesus, conhecedor de tudo, - do presente, do passado e do futuro, - como se já não fora eterno na sua divindade, -  e bem assim também do coração de cada um dos que o seguiam, apesar disso os experimenta a que digam eles próprios como eles o viam.

Depois das manifestações, ainda insiste, mas apenas para Pedro, na pergunta.

Sem pestanejar e de pronto, a resposta:

“O Cristo de Deus”.

Momentos ainda de perplexidade da parte dos demais e, no entanto, ainda assim, não viram as costas ao Mestre, não obstante Jesus os dispense, sem outra alternativa para continuar com ele, se não a dureza de uma realidade.

E confiaram no Mestre, por optarem de vez em seguir dele os passos.

A cruz tem seu peso, mas caminho outro não existe.

A escolha é personalíssima.

 

                                                                                                João Paulo

 

REFLEXÃO DOMINICAL – 23.6.2019

12º. Do Tempo Comum – Ano C, de Lucas

Evangelho (Lucas, 9, 18-24)

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“”    Certo dia, Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes:

“Quem diz o povo que eu sou?”

Eles responderam:

“Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias, mas outros acham que és algum dos antigos profetas que ressuscitou”.

Mas Jesus perguntou:

“E vós, quem dizeis que eu sou?”

Pedro respondeu:

“Cristo de Deus”.

Mas Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém.

E acrescentou:

“O Filho do homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.

Depois Jesus disse a todos:

“Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me.

Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará”.    “”

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Jesus, conhecedor de tudo, - do presente, do passado e do futuro, - como se já não fora eterno na sua divindade, -  e bem assim também do coração de cada um dos que o seguiam, apesar disso os experimenta a que digam eles próprios como eles o viam.

Depois das manifestações, ainda insiste, mas apenas para Pedro, na pergunta.

Sem pestanejar e de pronto, a resposta:

“O Cristo de Deus”.

Momentos ainda de perplexidade da parte dos demais e, no entanto, ainda assim, não viram as costas ao Mestre, não obstante Jesus os dispense, sem outra alternativa para continuar com ele, se não a dureza de uma realidade.

E confiaram no Mestre, por optarem de vez em seguir dele os passos.

A cruz tem seu peso, mas caminho outro não existe.

A escolha é personalíssima.

 

                                                                                                João Paulo

REFLEXÃO DOMINICAL – 23.6.2019

12º. Do Tempo Comum – Ano C, de Lucas

Evangelho (Lucas, 9, 18-24)

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“”    Certo dia, Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes:

“Quem diz o povo que eu sou?”

Eles responderam:

“Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias, mas outros acham que és algum dos antigos profetas que ressuscitou”.

Mas Jesus perguntou:

“E vós, quem dizeis que eu sou?”

Pedro respondeu:

“Cristo de Deus”.

Mas Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém.

E acrescentou:

“O Filho do homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.

Depois Jesus disse a todos:

“Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me.

Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará”.    “”

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Jesus, conhecedor de tudo, - do presente, do passado e do futuro, - como se já não fora eterno na sua divindade, -  e bem assim também do coração de cada um dos que o seguiam, apesar disso os experimenta a que digam eles próprios como eles o viam.

Depois das manifestações, ainda insiste, mas apenas para Pedro, na pergunta.

Sem pestanejar e de pronto, a resposta:

“O Cristo de Deus”.

Momentos ainda de perplexidade da parte dos demais e, no entanto, ainda assim, não viram as costas ao Mestre, não obstante Jesus os dispense, sem outra alternativa para continuar com ele, se não a dureza de uma realidade.

E confiaram no Mestre, por optarem de vez em seguir dele os passos.

A cruz tem seu peso, mas caminho outro não existe.

A escolha é personalíssima.

 

                                                                                                João Paulo

 REFLEXÃO DOMINICAL – 23.6.2019

12º. Do Tempo Comum – Ano C, de Lucas

Evangelho (Lucas, 9, 18-24)

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“”    Certo dia, Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes:

“Quem diz o povo que eu sou?”

Eles responderam:

“Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias, mas outros acham que és algum dos antigos profetas que ressuscitou”.

Mas Jesus perguntou:

“E vós, quem dizeis que eu sou?”

Pedro respondeu:

“Cristo de Deus”.

Mas Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém.

E acrescentou:

“O Filho do homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.

Depois Jesus disse a todos:

“Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me.

Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará”.    “”

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Jesus, conhecedor de tudo, - do presente, do passado e do futuro, - como se já não fora eterno na sua divindade, -  e bem assim também do coração de cada um dos que o seguiam, apesar disso os experimenta a que digam eles próprios como eles o viam.

Depois das manifestações, ainda insiste, mas apenas para Pedro, na pergunta.

Sem pestanejar e de pronto, a resposta:

“O Cristo de Deus”.

Momentos ainda de perplexidade da parte dos demais e, no entanto, ainda assim, não viram as costas ao Mestre, não obstante Jesus os dispense, sem outra alternativa para continuar com ele, se não a dureza de uma realidade.

E confiaram no Mestre, por optarem de vez em seguir dele os passos.

A cruz tem seu peso, mas caminho outro não existe.

A escolha é personalíssima.

 

                                                                                                João Paulo

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Reflexão Dominical

João Paulo

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João Paulo, pseudônimo do jornalista Bernardo Campos, adotado para temas de espiritualidade.

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